quinta-feira, 4 de julho de 2013

Calendário de Eventos do MTG

Abaixo, calendário de eventos do MTG, do 2° semestre de 2013:

JULHO DE 2013
06 Sábado 4ª Reunião do Conselho Diretor
(Sede do MTG) 
25 Quinta-feira Inscrições para o ENART - PRAZO FINAL
26 a 28 Sexta, Sábado e Domingo 
78ª Convenção Tradicionalista
Porto Alegre/RS
     
AGOSTO DE 2013
06 Terça-feira Sorteio da Ordem de Apresentação
das Inter-regionais
(Sede MTG)
10 e 11 Sábado e Domingo 2ª Inter-Regional do ENART
Esteio/RS
16 e 17 Sábado Acendimento da Chama Crioula
General Câmara/RS
24 e 25 Sábado e Domingo 1ª Inter-Regional do ENART
Uruguaiana/RS
31 Sábado 5ª Reunião do Conselho Diretor, 4ª Reunião Ordinária dos Coordenadores Regionais e Diretores Culturais da RT's e Seminário para Discussão Junta Fiscal, Registro de Chapas e Conselho de Ética.
Local: Escola de Educação Básica Rainha do Brasil
(Rua Paulino Chaves, 262 - Bairro Santo Antônio -
Porto Alegre/RS)
  
  
     
SETEMBRO DE 2013
07 e 08 Sábado e Domingo 3ª INTER-REGIONAL DO ENART
Caxias do Sul/RS
14 a 20 Semana Semana Farroupilha
     
OUTUBRO DE 2013
12 e 13 Sábado e Domingo 4ª INTER-REGIONAL DO ENART
São Jerônimo/RS
  
12 e 13 Sábado e Domingo Aberto de Esportes do MTG
19 Sábado 5ª Reunião Ordinária dos Coordenadores Regionais 
  
5ª Reunião de Diretores Culturais da RT's
26 Sábado 6ª Reunião do Conselho Diretor
(Sede MTG)
  23° Tcheencontro da Juventude Tradicionalista
  
27 Domingo 
47º Aniversario do MTG
  
Titulos da ORCAV
28 Segunda- feira DATA DE FUNDAÇÃO DO MTG
29 Terça- feira Sorteio da Ordem de Apresentação
Fase Final do ENART (MTG)
     
NOVEMBRO DE 2013
12 a 15 Terça a Sexta 4ª Cavalgada Nossa Senhora Medianeira
Santa Maria/Santa Cruz/RS
15 a 17 Sexta a Domingo FINAL DO ENART
Santa Cruz do Sul/RS
15 Sexta 6ª Reunião de Diretores Culturais da RT's
Santa Cruz do Sul/RS
16 Sábado 14ª Mostra de Arte e Tradição Gaúcha
Santa Cruz do Sul/RS
     
DEZEMBRO DE 2013
10 Terça- feira Prazo final para eleições dos Coordenadores Regionais
  Prazo final para entrega das Proposições
para o 61° Congresso Tradicionalista
15 Sábado 6ª Reunião Ordinária dos Coordenadores Regionais
  
7ª Reunião do Conselho Diretor 
 

terça-feira, 2 de julho de 2013

"EU SOU RIO GRANDE" é a música-tema da Semana Farroupilha 2013


 “Eu Sou Rio Grande” uma polca, com letra de Gujo Teixeira e melodia de Luciano Maia, é a música escolhida como tema dos Festejos Farroupilhas de 2013.
A definição aconteceu na tarde do dia 29 de maio de 2013, em reunião realizada nas dependências do IGTF – Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore, em Porto Alegre.
A obra, interpretada pelo próprio Luciano Maia, será a trilha para todas as atividades relacionadas aos festejos deste ano, cujo tema é “O Rio Grande do Sul no Imaginário Social”.


Luciano e Gujo, autores da música-tema.

Confira a letra:

EU SOU RIO GRANDE

Eu sou rio grande, de histórias e de lendas
de um povo simples, de verdades e razões
estampa rude, de fazer tantas fronteiras
alma de vento, acalentando corações.

Eu sou rio grande, do negro do pastoreio
guri de campo, que em lenda se transformou
imagem clara, das crendices e dos baios...
te acendo velas, que meu sonho se extraviou !

Eu sou rio grande, nos olhos da M'boitata
clareando um tempo, onde a fé era esquecida
do homem simples, que confiava nas verdades
onde a confiança, por querer, se mantém viva...

Eu sou rio grande, de Simões e de Blau Nunes
homens de livros, cada qual com sua história
fizeram pátria, e destinos pelo pago
nos resguardando, um tempo antigo na memória.

Eu sou rio grande, do Jarau e das Missões
templos sagrados de palavras e de preces
silêncio e pedra, catedral de mil mistérios
princesa moura, que a saudade não esquece.

Eu sou rio grande, terra guapa que tem dono
pelas palavras de um herói que hoje revivo
de lança em punho, o guerreiro não se entrega
igual a tantos, que ainda afirmam o teu motivo.

Eu sou rio grande, do churrasco e da erva mate
neste ritual de amizade em comunhão
palavras índias, que adoçadas pela água
nos irmanaram, perpetuando a tradição.

Eu sou rio grande, tão real e imaginário
que tempo a dentro fez divisas e fronteiras
sou ouro e campo e o sangue dos farrapos
pelas três cores, tremulando em tua bandeira.

Festejos Farroupilhas 2013

Campanha Visual dos Festejos Farroupilhas 2013


Uma criação de Liliane Pappen, o tema dos festejos farroupilhas do RS de 2013 já tem uma imagem, assim como tem os carros. A campanha visual dos festejos será norteada pelos principais elementos que nos remetem ao imaginário social... A cumbuca de ouro, lembrando os tesouros enterrados, a cobra de fogo (M'Boitatá), o negrinho do pastoreio, a salamanca do jarau, o lobisomem... a lua cheia, de tantos mistérios, tantas superstições e crenças.



Esta imagem estará a disposição das prefeituras, entidades do interior do estado que quiserem usar para seus desfiles, palestras, jornais e livros. Podemos enviar para qualquer localidade, para que o Rio Grande consiga desenvolver bem o tema deste ano.

Fonte: Rogério Bastos (Assessoria de Imprensa do MTG)

Os carros do desfile temático da Capital


Tema: Rogério Bastos
Desenhos: Silvio Oliveira

“Contos, mitos e lendas do Rio Grande do Sul”

CARRO 1 – O imaginário – João Simoes Lopes Neto

Utilizar João Simões Lopes Neto, escritor e empresário, como representante literário do imaginário social do nosso estado. Neto nasceu em Pelotas em 1865 e seus contos e lendas vieram a fazer sucesso depois de sua morte. Depois de vários experimentos empresariais (cigarros marca Diabo, fabrica de vidros, moagem de café, destilaria, etc...) encontrou-se profissionalmente como escritor. Recolheu lendas, contos, criou personagens lendários como Blau Nunes, o veterano vaqueano (baqueano – aquele que aponta o caminho, guia) com estampa gaúcha, que é o guia dos caminhos pela pampa e pelos contos de Simões Lopes.



CARRO 2 – LENDAS
A lenda do M Boitatá – a cobra de fogo
Conta-se, entre a gauchada das estâncias, que nos passeios e viagens à noite aparece um fogo valente e às vezes em forma de cobra que, voa na frente dos cavaleiros, impedindo que siga. Há crença entre a gente do campo de que, o Boitatá, se deixa atrair pelo ferro. O meio para livrar-se do ataque consiste em desatar o laço e arrastá-lo pela presilha. O Boitatá atraído pelo ferro da argola do laço deixa o andante e segue atrás até amanhecer o dia. Na versão de Simões Lopes Neto, a cobra de fogo identifica-se com a cobra-grande que se alimenta dos olhos dos bichos.



CARRO 3 – LENDAS
 A lenda do Negrinho do Pastoreio
A lenda nasceu das lembranças dos campeiros, marcado pelo terror e crueldade, misturada com o desejo de compensação e de desforço que devia vazar-se em forma religiosa. Para seu transplante lendário concorreram vários fatores, desde baixas formas de crendices, ainda visível nos dias de hoje, até a profunda vibração de solidariedade humana que transformou símbolo de uma raça.
Simões Lopes a estilizou, introduzindo no cenário, Nossa Senhora, a ser madrinha do negrinho, madrinha dos que não tem, deu-lhe uma graça perfeita, mais luz. A lenda do Negrinho do Pastoreio é genuinamente rio-grandense, nascido da escravidão e refletindo o meio pastoril, o poder, e a religiosidade que é associada aos outros tantos casos de escravos considerados mártires.


CARRO 4 - LENDAS
A Salamanca do Jarau
O palco da lenda é o Cerro do Jarau, formado por uma cadeia de morros, que se destacam na paisagem do pampa gaúcho, no município de Quaraí. Simões Lopes Neto desenvolveu o tema com elementos que decorriam das superstições locais. Temos o sacristão dado às artes mágicas, envolvido pela tentação. Aliados a este tema, a ocupação moura na Península Ibérica, a princesa encantada, os tesouros escondidos apresentados na forma de serpente, lagartixa, o carbúnculo outeiniaguá dos guaranis, elemento originário do novo mundo.


CARRO 5 – CONTOS
O Mate do João Cardoso
Os contos de João Simões Lopes Neto, sua linguagem, representam a sensibilidade e um regionalismo espontâneo como exímio contador de histórias. O Mate do “João Cardoso”, um dos mais populares contos de Simões,  destaca a tradição herdada dos indígenas, a hospitalidade do mate na roda do chimarrão, bebida típica do gaúcho, o convívio, solidariedade e a fraternidade do homem rural. Vai além, mostra um período da história que os meios de comunicação eram escassos e as novidades vinham pelos viajantes que passavam pelas terras, já tão pobre, mas sem perder a hospitalidade tão típica do gaúcho. O convite era pra um mate, mas que nunca chegava.



CARRO 6 – CONTOS - Trezentas onças
Trezentas onças
Era verão, Blau Nunes viajava para comprar uma tropa de gado a mando do patrão da estância. Muito quente, ele resolveu se banhar num arroio. Depois de banhado, descansado, seguiu viagem.Quando chegou na estância, onde passaria a noite, percebeu que havia esquecido a guaiaca próximo ao arroio. Deu meia volta e voltou para buscar a guaiaca. No caminho cruzou por uma comitiva que ia em direção à estância, mas não parou, estava com pressa. Ao chegar no local ela não estava lá. O vivente pensou até em dar fim à vida, mas resolveu assumir para o patrão que perdera o dinheiro. Voltou para a estância. Ao entrar, viu sobre a mesa a sua guaiaca com as 300 onças; havia sido encontrada pela comitiva com quem cruzara pelo caminho, como se tratava de gente “boa”, a guaiaca foi devolvida ao dono. Lembra-nos de honestidade, “fio de bigode”, confiança, elementos presentes nos valores do gaúcho.



CARRO 7 – MITOS - LOBISOMEM E BRUXA
O mito lobisomem é a crença que determinados homens podem se transformar em monstro, meio-lobo, meio-homem. O mito no RS leva o fado do sétimo filho homem de uma família que será fatalmente lobisomem, a menos que seja batizado pelo irmão mais velho. O mito da bruxa no RS veio da Europa, mas nada tem haver com a bruxa de nariz comprido, com chapéu montada na vassoura. É uma mulher bonita e má, sua grande arma é o “olho grande”. Será bruxa a sétima filha do casal, quando não for interrompida por varão e batizada pela primogênita, perde o fado. Crianças embruxadas ficam amareladas, cruzam os braços e pernas. Quando aparece borboleta feia e preta nas casas, de dia, acredita-se que é a bruxa e se previne com uma figa, arruda e chifre.



CARRO 8 – CRENDICES E SUPERSTIÇÕES
Em todas as épocas o homem sempre acreditou no sobrenatural, sempre atribuiu a forças ocultas os fatos que fugiam ao seu conhecimento científico, teve medo e procurou conhecer e dominar as forças.
As sobrevivências que fazem parte do nosso acervo cultural, herdado de nossos antepassados, está o mundo mágico, povoado de crenças, misticismo, rezas fortes, simpatias, promessas e como não poderia deixar de ser, da vontade de manipular estas forças invisíveis. As origens das crendices e superstições são tão antigas quanto o próprio homem. Crendice é aquilo que se acredita e não teme, é sentimento de fé, convicção, simpatias, benzeduras.
A superstição é um sentimento baseado no temor e na ignorância. Estão incluídos os ditos “não presta” (não presta fazer isso... por que...). As superstições variam de pessoa para pessoa e lugar, por exemplo: Uma das superstições mais conhecidas e difundidas que se conhece, está relacionado ao número 13, Passar sob uma escada, jogar um punhado de terra na cova do morto, gato preto dá azar, coruja piando próxima casa ou a sobrevoando dá azar.



CARRO 9 – CONTOS - Chasque do Imperador
Blau Nunes narra os fatos de um ponto de vista muito próximo do soberano Dom Pedro II, daquele que se tornou seu ajudante, seu estafeta (Chasque). A narrativa predomina no espaço da pampa gaúcha, em que a tropa comandada pelo Imperador se desloca, ora acampando, ora sendo recebida por estancieiros da região. Ao ser oferecido, Blau não se julga apto a servir o imperador.
Nesse  universos vemos as classes distintas: a vida árdua, dotada de poucas informações e de pouco preparo social, que emerge na campanha sulina, e o homem da corte, pouco afeito à vida campeira. Em determinado momento da narrativa, o comandante de uma das tropas (Barão), junto ao imperador, termina fazendo a apologia das qualidades gaúchas, sob o ponto de vista do narrador-personagem, a rusticidade, a coragem e a virilidade  do homem  pampa gaúcho. Mais tarde  o imperador encontra uma mulher, que após perambular pelo acampamento, oferece ao soberano um preparo de requeijão, que dava gosto de se ver e com um cheiro inigualável”. Na passagem, salienta-se, o papel da mulher sul-rio-grandense nos confrontos bélicos que marcaram a Rio Grande. Enquanto os homens seguiam para os campos de batalha, cabia-lhes esperar e tocar a economia local.

A dualidade, que se forma neste universo da guerra, parece, também, adquirir relevância, posto que a incumbência da luta caberá aos peões, homens rudes, afeito às lides bélicas, enquanto o Imperador se manterá protegido, distante do confronto, servindo apenas como um reforço ao moral das tropas em  combate. Faz-se importante retomar os costumes, os hábitos gaúchos que a narrativa traz à cena: os cuidados com os cavalos, o chimarrão, aspectos que, de certa forma, fazem eco ao propósito narrativo de valorizar a vida campeira.



Tema anual do Departamento Jovem - MTG



"Reculutar Locais Históricos do Rio Grande do Sul"


Lançamento do tema: 16 de Março de 2013 


O projeto visa um estudo aprofundado de mais de 1500 pontos históricos entre todas as Regiões Tradicionalistas do RS, através de jovens tradicionalistas, buscando, recuperando, encontrando e juntando esse ponto, para a formação de um livro e catalogação com depoimentos, imagens fotográficas, mapas e endereços dos pontos turísticos não conhecidos, esquecidos ou pouco divulgados. O departamento Jovem espera que todos os jovens trabalhem com empenho e dedicação para que este trabalho seja um marco muito importante na História Atual do Movimento Tradicionalista Gaúcho neste ano de 2013.




Fonte: Eco da Tradição (Abril) - página 5. 

Convite para a 78ª Convenção Tradicionalista


Culinária Gaúcha


Palavra de Prenda

                                        Culinária Gaúcha


Por Eduarda Roggia



O charque
Antigamente, o atual território do Rio Grande do Sul era habitado pelos índios, os guaranis, que viviam da caça e da pesca. Ocupavam as margens da lagoa dos Patos, o litoral norte e as bacias dos rios Jacuí e Ibicuí incluindo a região noroeste; os pampeanos, que ocupavam a região sul e sudoeste e os gês, talvez os mais antigos habitantes no lado oriental do rio Uruguai. Como tentativa de retirar os indígenas da mata para poder catequizá-los, os jesuítas introduziram no Estado o gado. Os índios passaram então a tomar conta do rebanho, que era criado solto, e comer sua carne tendo sempre farta comida a sua disposição e em troca aprendiam com os jesuítas a cultura européia e construíam casas, surgiram assim as missões.
Com a entrada dos tropeiros de São Paulo e Minas Gerais no Sul, os índios foram caçados e levados como escravos e os jesuítas voltaram para a Europa. O gado, como era criado solto, continuou a se reproduzir e se espalhar pelo sul do continente, pois não havia um predador para caçá-lo.
Quando os tropeiros voltaram para o Rio Grande do Sul havia milhares desses animais, o gado selvagem. Começaram, então, a matá-los para lhes extrair o couro cru, que era levado e vendido nos outros Estados. Para conservarem a carne que sobrava e a usarem como alimento em suas longas viagens, os tropeiros começaram a conservá-la rolando-a em sal grosso para desidratá-la surgindo assim o charque.

Churrasco gaúcho
Em vista do Rio Grande do Sul ter sido a primeira maior área de criação bovina no país, o gado faz parte da vida dos gaúchos desde o início da colonização, em meados do século XVII, e foi natural o processo da carne assada sobre um fogo de chão se tornar o prato tradicional da região. Esta refeição era de fácil preparo, com poucos ingredientes: somente a carne (abundante na região) e sal grosso, que era espetada e pousada sobre a brasa.
Certamente a carne preferida é a bovina, mas o churrasco do gaúcho contemporâneo também inclui o "salsichão" (linguiça toscana na gíria gaúcha), "coraçãozinho" de galinha, e outras carnes de origem suína e ovina.
Segundo Anita Ribeiro de Menna Barreto, "gurmê brasileira", o churrasco típico mesmo, é o de "ratão (com pronúncia espanhola) e/ougambá". É um típico prato gaúcho o churrasco de ratão, quando devidamente tratada a sua carne, sendo necessariamente retiradas as chamadas "glândulas de cheiro". Deve-se ainda, o gambá ser caçado com a utilização da cachaça, de preferência a brasileira, que esse animal aprecia e facilita a sua captura, uma vez que embebeda o animal. O churrasco da carne de ratão e/ou gambá, lembra em muito a carne de javali. Esse churrasco de ratão era muito apreciado pelo presidente Getúlio Vargas, em sua estância, feito pelos seus peões.
Outro tipo de churrasco bastante apreciado é o "xixo", que provavelmente tem origem ou inspiração no "shish" ou "sish kebab" árabe. Tradicionalmente, o xixo gaúcho é um assado onde são espetados — em um espeto grande, não em espetinhos — peças de gado, frango e porco intercalados por pedaços de pimentão verde, vermelho ou amarelo, tomate e cebola, também temperados com sal grosso.

Arroz de carreteiro

Mais um prato derivado da abundância da carne da região, o também chamado arroz-carreteiro ou simplesmente carreteiro é de fácil preparo, composto basicamente do arroz cozido com pedaços de charque picados.